sábado, 28 de fevereiro de 2009

Capítulo 4 - O Sonho / Primeira Imagem


Primeiro Personagem Revelado - Vini
(Espero que tenham gostado, agradecimentos da Equipe de Ilustração - Desenho by Gabrielle Chan)

Capítulo 4 - O Sonho

Um urso,ou um animal não identificado se aproximava, cada vez mais perto, cada vez mais sentia seu calor. O medo corria em suas veias, o medo que tanto alimentava por tantos anos e hoje precisava perder. O Urso levantou uma das patas, para atacar o jovem rapaz deferido ao chão. Porém, em um ato de tempo, o urso recebeu um impulso, se afastando do jovem, logo, ele correu, como se alguém tivesse lhe espantado. O próprio garoto queria agora descansar, com aquela chuva caindo em seu rosto, porém percebeu uma mão estendida um pouco à cima de sua cabeça.
- Vai desistir na parte mais fácil, garoto?
Ele agarrou a mão do homem, sentindo um grande prazer interno, um bem estar...
- B.B? J.BBBBB? Acorda! ACOOORDA! – j.B se assustou com a face de Tooga quase juntando os lábios as suas. Fora aquele momento romântico, J.B respondeu, estressado:
- Que é que foi, mugango? – ao mesmo tempo que seu interior pensava: ‘teria sido mesmo um sonho?’ Ele simplesmente lembrava daquela cena, como se ela realmente tivesse acontecido.
- Não, é que olha! – disse Tooga apontando para uma caixa. – LANÇARAM O MUPY DE CHOCOLATE!
Um silêncio tomou o ar, logo depois via-se apenas a imagem de j.B apertando o rosto de Tooga contra a parede.
- Ok, foi só uma brincadeira. – disse Tooga se recuperando do ataque do parceiro – é que agora mesmo eu recebi uma transmissão anônima de rádio, dizendo coisas do tipo ‘existem sobreviventes’ ou ‘ainda estamos vivos’.
- Precisamos levar isso para a central, agora mesmo, vou me arrumar, enquanto isso vai preparando o material, você sabe como o Fernandinho, da central de computação, gosta das coisas organizadas e frescas. – disse j.B muito atordoado com o sonho, aliás, não sabia nem mesmo se chamava de sonho, uma coisa tão real.

Depois de uma ou duras horas, j.B e Tooga chegavam ao estabelecimento. No mesmo prédio, uma sala completamente diferente do Hall de Reuniões, uma sala completamente escura iluminada somente pela luz das telas, teclas e gabinetes. Vini posicionava-se logo atrás de um pequeno rapaz, sentando a frente de um computador, usava óculos, e vestes azuis. Era este chamado de Fernandinho.
- Tooga já me comunicou sobre as mensagens – disse Vini apressando o assunto. - Que bom, trouxemos aqui a gravação, na qual Tooga... – disse j.B procurando o parceiro, que estava sentado em um dos computadores, escrevendo e repetindo a frase: ‘MUPY DE CHOCOLAAATE’ – ...bom, que o Tooga copiou. Aqui está. – entregou a Vini um HD móvel de médio porte.
- Ok – este virou para Fernandinho, sentado. – Eu preciso de uma cópia disso, e de uma regeneração de arquivo.
- Tudo bem, hoje mesmo coloco isto na sua mesa! – disse o pequeno homem sentado, com muita habilidade nas mãos, para digitar, nas suas vestes, um pequeno símbolo não reconhecido.

Os três, j.B, Tooga e Vini, saíram do salão de comunicações e se dirigiram à uma sala menor, a que parecia ser a sala principal do General, pois tinha um grande Leão moldado às paredes. Não tinham percebido que atrás, sentados á um sofá, já estavam Arthur e Snider.
- Bom, convoquei vocês aqui para uma missão, afinal, depois de dois dias de missões sem sucesso, precisamos que pelo menos alguma dê certo. Vocês vão para o Deserto do Saara, no qual buscarão duas substâncias: uma Flor de Lothos e uma amostra de água nascente. Os itens que acabei de citar estão detalhadamente aqui – apontou para dois pergaminhos, que passariam às mãos de j.B – vamos, vocês tem muito trabalho à fazer.
- Ok – respondeu Arthur, seguindo Snider, que não disse nada antes de sair do estabelecimento.
- General, qualquer coisa que descobrir sobre as gravações, por favor, nos contate – disse j.B, logo sendo afirmado que Tooga, que agora vestia uma camiseta escrito: ‘EU TOMO MUPY DE CHOCOLATE!’
- E que a resistência esteja com vocês, meus amigos! – sorriu o General, ao dispensar os dois. - Ei – começou a falar baixo – Olhem sempre por onde andam, e sintam sempre aqueles que os seguem - disse o General, com um instinto de estar prevendo algo.
j.B e Tooga saíram da sala. De uma porta atrás de Vini surgiu Kung, Vini não olhou, apenas continuou olhando para a mesma foto em cima da mesa.
- O que descobriu desta vez? – indagou Kung
- Nada concreto, precisamos das substâncias para tentar concluir o primeiro projeto.
- Sinto você um pouco melhor hoje.
- Bem, os dias em que as lembranças do meu pai permanecem em meu coração, são os dias que um sorriso permanece em meu rosto.
A conversa foi concluída apenas com um sorriso, da parte dos dois.

J.B, Tooga, Arthur e Snider, dirigiam-se então á base de transporte e comunicação da empresa, era a parte superior e mais alta de todo o prédio. Um lugar cheio de peças e veículos de vários tamanhos, com quatro, cinco ou até dez rodas, do mesmo porte, uma bandeira partia do teto, com o símbolo de uma engrenagem. Logo perceberam a presença de um Jovem de porte médio, com um sobretudo vermelho-acinzentado, com um óculos de piloto ao pescoço, e três cintos no peito. Um cinto inferior carregava várias ferramentas. Ao seu lado, uma menina um pouco mais baixa, com uma saia, segura por um cinto também cheio de ferramentas, uma blusa vermelha, com o mesmo símbolo de engrenagem, e o cabelo preso, podiam-se notar que a quantidade de ferramentas também se espalhavam pela bota. Estes dois vinham em direção das duas duplas que acabavam de chegar.
- O que vocês precisam hoje, galera? – perguntou o rapaz.
- Primeiramente, bom dia Bruno, bom dia Evelyn. Viemos em busca de dois veículos mais rápidos possíveis. De preferência de vôo.
- Bom, nós temos o Mupy-67 e o Mupy-64, são nossos últimos modelos de veículos voadores, até agora. – disse a menina sorrindo.
- Podem ser estes mesmo, são rápidos?
- Uma média 1300 km/h, cada.
- Ok, vamos ficar com estes, muito obrigado Bruno, obrigado Evelyn, novamente, agora que começamos as missões vamos nos ver mais! – disse j.B sorrindo tranquilamente, seguido do sorriso de Tooga. Bruno guiou os quatro aos veículos, o Mupy-67, qual ficou com j.B e Tooga, era inteiramente camuflado e pontudo, com duas cabines com vidros fumes. O Mupy-64, qual restou aos outros dois, era inteiramente vermelho-dourado, com asas e uma cabine única. Partiram logo.

Pela velocidade dos veículos, chegaram rápido ao local.
- Bom, vamos nos separar aqui, vocês vão para o oeste e nós para o leste. – disse j.B com os olhos meio fechados pelo sol.
- Ok – a outra dupla apenas concordou, e seguiu para o lado oposto.
j.B e Tooga seguiram para o leste, enquanto conversavam:
- Você gosta do Mupy de Chocolate?
j.B iria perder seu tempo respondendo, enquanto um rastro de vento passou aos seus ouvidos.
- Não se mova Tooga. – disse ele ao amigo, muito concentrado. – não estamos sozinhos.

E agora, o que estava seguindo J.B. e Tooga? Será que os primeiros inimigos iriam aparecer ali? E os itens, seriam conqusitados? Veja isto no Capítulo 5 - Batalha Inesperada. Abraços e até semana que vem!

[ continua ]

Comentários dos autores:
Vini: Eu acho que esse é o capítulo que a galera mais vai ficar putsdavida no final :x (somos maus rs.)




quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Primeira Imagem: 'Revelada' ?


Bom, é isso aí galera, prontos para descobrirem o primeiro personagem? Aguardem só mais 4 dias! Neste sábado, oficialmente, junto com o 4º capítulo já vamos lançar a imagem digitalizada de um dos personagens. Lançaremos a imagem nítida desta que acabei de postar pra vocês.

Obrigado pela visita!
Abraços,
Vini.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Capítulo 3 - Fim do Treinamento?

No mesmo momento, o grande rapaz de armadura se juntou ao resto das pessoas, junto à ele, uma figura pequena, com uma capa preta rasgada e uma chave de fenda à mão, era chamado de Pedrinho, pelo seu mestre.
- Bom, nínguem sabe o motivo desta reunião, mas eu estou aqui pra dizer que: O TREINAMENTO ACABOU rapazes! – disse Vini, levando todo mundo ao chão
- Ele chama destruir 25 mortos vivos em menos de 10 min de TREINAMENTO?! – sussurou Tooga, espantado, aos ouvidos de Luan.
- Axo que o que ele chama de treinamento é nos deixar em uma câmara à -35 ºC, para acender uma fogueira! – Respondeu Luan, no mesmo mento um saquinho de Mupy arremessado por Vini atingiu sua cabeça.
- Muito bem, não é mesmo? – olhou para os dois palhaços – O que eu quero dizer, é que a partir de agora começamos à investir em uma cura mundial para o Virús. E para isso, precisamos buscar diversas substâncias, muitas delas espalhadas pelo mundo todo. E eu digo, pelo mundo TODO mesmo.
- Mas como é que vamos começar essa busca? – A pergunta veio do lado direito, por Lirow, que estava do lado de Chan, que não tirava os olhos do general.
- As duplas continuarão as mesmas, dependendo do nível da missão mandaremos duas ou mais duplas para um determinado local. – sem considerar mais perguntas, continuou – Agora vamos às coisas inúteis, todos devem conhecer, ou quase todos, o Engenheiro, mecânico, alquimista, montador, bélico, mecatrônico, faztudo, Haru, o único que sobrou na região.
- Eu não conheço! – levantou a mão, Tooga, sendo ignorado.
- A partir de agora, vocês são as duplas de elite, e os três juízes estão colocando os cuidados do mundo nas suas mãos – continuou Vini. – Bom, as missões serão balanceadas, todos terão seu tempo de descanso, e para que cada um se interesse mais, agora em cada missão cada um receberá uma insígnia de missão cumprida, fora as que vocês recebiam aqui na corporação (detalhe: pedras no cinto da Chan.). E além disso, daremos início à corrida mundial. – olhou para Haru – mostre e explique para eles
Haru sacou do bolso um controle, e apontou para o teto, de onde desceu um grande telão que todos podiam ver.
- Bom, este painel será atualizado, por uma tecnologia criada por mim, de 20 em 20 segundos, quantos mais inimigos vocês matarem, maior é sua pontuação – no painel constava o rosto de todos os membros, separados em duplas, e Vini, Kung e Koboud, separados.
- Pra que isso? – sussurou Kung.
- Eu também não sei – ao seu lado, Nick.
- BOM! Eu gostei, agora eu posso mostrar como sou o melhor – Disse Ramon, num olhar cruzado com o de Gabriel que estava do outro lado.
- Vejamos então quem será o melhor! – respondeu ele, mal percebendo a indignação do amigo ao seu lado.
- Bom, as primeiras orientações serão mandadas à cada um de vocês, em duplas, em seus respectivos estabelecimentos. Não pegaremos pesado
- Uma dúvida! – levantou a mão Snider. – porque eu tenho que responder às missões? Porque eu tenho que respeitar vocês?
- Bom, respeite – de olhos fechados disse Vini – se quiser continuar vivo, é claro. – seus olhos abriram levemente, olhando fixo nos olhos de Snider.
- Mais uma coisa que preciso dizer à vocês – continuou Haru, interrompendo qualquer tipo de briga dentro da organização – Vocês podem comparecer ao meu prédio, se precisarem de novos armamentos, tenho uma reserva muito grande lá.
- É verdade, preciso trocar os engates da minha armadura – disse Arthur.
- Bom, estão todos dispensados, e eu não quero saber de atrasos nas missões, logo amanhã de manhã isso já vai chegar as mãos de vocês, e de noite, algumas duplas já irão partir.
Todos agradeceram ao mesmo tempo, e saíram frios, menos Chan que deu um beijo ao rosto de Vini e fixou um olhar de 5 segundos, Kung se dirigiu à Vini.
- Como você está? – perguntou Kung.
- Nada de mais, descobriu alguma coisa?
- Nada, o que ele deixou pra gente é muito pouco, tem certeza que não sabe de mais nada?
- Tudo o que eu tenho são aquelas imagens Kung, é tudo – disse isso tirando os olhos do rosto do mestre, e dirigindo a uma foto que guardava no bolso, uma foto já gastada com uma mulher de cabelos longos e um sorriso muito bonito, acompanhada de um homem com as mesmas características de Vini, alto e sério, com um pequeno sorriso ao canto do rosto.
- Pode ter certeza que ele iria se orgulhar muito de você, por tudo que você tem feito, as vezes penso até que ele voltou, para rir novamente comigo. – disse Kung com um olhar triste respondendo os olhares de Vini.

Na saída do grande prédio da organização, havia um grande deserto, na verdade era um prédio preto, meio afundado pela areia, no meio do nada. Seguiam Snider e Arthur.
- E aí, o que você achou disso? – disse Snider
- Ah cara, EU GOSTEI! – respondeu Arthur sorrindo.
- Não gostei nada nada. – respondeu ele abaixando a cabeça

Num prédio escuro, com algumas luzes verdes, iluminavam apenas a boca de um home, sentado ao centro de um salão com um gato ‘morto-vivo’ ao colo. Na frente dele se alinhavam 2 membros, qual ele nomeava de Números – 1, e 2 sem nomes. Um homem e uma mulher.
- Vão, se espalhem e façam o seu tão prezado trabalho – soou a voz rouca e velha do homem sentado à cadeira. – Meu amor! – disse este procurando algo atrás de seu assento.
- Diga, meu velho marido. – Uma mulher com um vestido negro apareceu, colocando a mão sobre os ombros do velho homem, e lhe passando a mão pela cabeça.
- Está na hora, finalmente vamos nos vingar! – disse o homem soltando um sorriso macabro ao canto do rosto, olhando para a grande janela que tinha do seu salão, nela se projetava uma grande geleira, com pequenos pontos negros espalhados por ela toda.

E agora? Como a equipe da organização vai descobrir quais itens precisam para formara a tal 'cura'? Quais outros desafios encontraram pela frente?

[ continua - Capítulo 4: 'O sonho' - 28/02 ]

Capítulo 2 - Base

Aproximadamente vinte anos depois

- O General ordena que todas as duplas e membros da organização se reúnam no salão da torre principal.
Era um salão grande, enfeitado com três bandeiras, uma dourada, uma vermelha e uma azul, estas que desciam do imenso teto e finalizavam perto ao chão. Cada uma das bandeiras possuía um símbolo, um dragão na bandeira azul, um leão na bandeira vermelha e um falcão na bandeira amarela. Aos poucos aqueles que foram convocados iam chegando ao grande salão, uma das imensas portas se abriu, e com o tempo pode se ver um grande corpo ao lado de uma miúda e pequena sombra, à medida que foram se aproximando, as vozes podiam ser melhor decifradas.
- Mas mestre Lirow! Eu já disse que vai ser só uma, mas só uma munição!
- Nada disso, ultimamente você tem destruído tudo que vê pela frente. – Disse o homem grande, que carregava nas costas um martelo gigante, o que lhe fazia com muitas correntes espalhadas ao corpo, também tinha ao rosto muitos apetrechos como piercings.
- Mas mas... – a menina parou de falar quando viu o homem parado ao centro do salão, este usava um sobretudo inteiro preto, e as roupas de baixo usava várias correntes e engates para pistolas e espadas, porém vazios. O que chamava atenção em suas vestes era um leão negro em auto relevo naquela sua armadura preta, não se destacava muito da roupa, porque o que mais chamava atenção era o olhar pressionador que este general carregava. – GENERAAAL VINI! – continuou a menina muito empolgada indo em direção do homem com os braços abertos, ela que usava uma camisa branca de botão, uma saia de prega preta, cabelo amarrado e na perna, muitos engates para facas. O que chamava atenção era um cinto meio torto em sua cintura, que carregava oito ou nove pedras, uma de cada cor, e cada uma com uma forma.
O General logo depois de cair no chão pelo abraço ficou com o rosto vermelho, porém deu um breve sorriso, afastando a menina de cima dele, esta que sorriu mais ainda.
- AHAHAHAHA! GENERAL APAIXONADO, KAWAII ! – Um ser sarcástico apareceu zombando do general que estava no chão, este usava também um sobretudo preto, porém com uma camisa listrada e uma calça branca por baixo. Usava uma toquinha com uma pequena raposinha em posição de ‘XD’. Mas o que mais chamava a atenção era a espada que carregava nas costas, a espada tinha um grande leão em sua aba, abrindo a boca e dando rumo à lamina.
- Mas eu já disse para deixar os seus superiores, inclusive o general, em paz, Tooga! Quando é que vai aprender isso? – Logo atrás vinha um jovem, com uma ombreira em forma de Dragão e outra em forma de Leão. Um falcão as costas em sua camisa sem mangas de gola alta, uma corrente no pescoço com um J reluzente. Carrega uma Katana normal em uma das mãos e outra, um pouco maior nas costas. Uma desert eagle pendurada a cintura. era mais alto que o companheiro. Seu rosto sereno transmitia muita paz. Suas calças Jeans estavam bem folgadas tinham muitos bolsos, e seu tênis stabil indicava que era um atleta!. – Me desculpe general, é apenas costume dele – dirigiu a palavra ao general que ainda estava no chão, que acenou com a sobrancelha
- Tudo bem, tudo bem J.B.,já me acostumei, e não precisem me tratar como autoridade, sou apenas um como vocês aqui, me chamem como devem, apenas de Vini, ou até do nome do meu pai, se preferirem. (um clima triste surge no local) – dirigiu os olhos de J.B. à Tooga, que estava parado observando a conversa – Só terá que pagar com uma coisa! – o silenciou tomou conta do salão – AQUELE MUPY QUE EU TE DEI SEMANA PASSADA ! – disse o general apertando a cabeça do garoto ao chão.
Neste momento entrou sozinho, em uma das portas, um cara moreno, alto, uma veste negra, que ia do pescoço aos pés com um grande falcão dourado atrás, calças e coturno. Tinha três brincos em uma das orelhas e carregava amarrado ao braço, um pano negro. Do lado esquerdo da sua cintura, uma espada longa com uma jóia dourada. A cara que fazia era má, sua sobrancelha se sobrepunha à altura da outra, lhe deixando com uma cara mais malvada ainda, a mesma cara foi quebrada em menos de um segundo, quando se juntou aos demais, deu um pequeno sorriso.
- Olá! Qual é o motivo da reunião?
- Acalme-se Kung, logo os outros estão chegando, só esperamos que aquele desastrado do terceiro juiz não chegue atrasado como nas outras vezes! – disse Vini.
- Não sei porque ainda vocês deixam ele como juiz – disse Tooga – tem tantas outras pessoas por aí que poderiam substituí-lo – continuou falando quase enfiando seus músculos do braço na cara de Vini. Este que apenas colocou um dedo no braço do companheiro e o abaixou, dizendo:
- Muitas vezes não é o que tens aqui – apontou para o braço e para a espada. – que determina o que você sente aqui – apontou-lhe o coração. – e é isto, que decide quem vai dar o último ataque em uma batalha!
Não dando tempo para uma resposta, entraram mais quatro membros por uma porta. Um deles tinha um moicano e usava um óculos com uma borda grossa que dava volta em sua cabeça. Usava uma calça preta e uma camiseta preta com uma cruz, em seu peito, duas correntes se cruzavam para segurar o canhão metralhador M61 Vulcan, em suas costas, que superava altura da sua cabeça. Ao seu lado, um menino com uma roupa normal, calças e camisetas pretas, com adagas engatilhadas por todo o corpo, duas Katana presa as costas e dois socos ingleses em sua cintura. Eram Ramon e Nick, seguidos de Noronha, um jovem gordinho com dois grandes machados armados às costas, e duas botas com grandes facas presas à elas. O seu parceiro era Luan, que vinha atrás de todos com um cajado, e uma pedra violeta na ponta, usava um grande sobretudo com um símbolo desconhecido atrás, no rosto usava 3 piercings, dois na boca e um ao nariz, no meio dos olhos. Os quatro chegaram e sorriram.
- Já chegaram todos? – Nick teve a palavra
- Não, ainda faltam duas duplas e, é claro, um juiz – respondeu J.B.
A porta se abriu mais uma vez e veio seguida pelas sombras de mais quatro pessoas. Dessa vez uma figura vinha à frente, rindo e conversando com seu parceiro, era apelidado de Snider, usava dois coturnos, uma calça Jeans, correntes presas ao corpo, e uma luva com um pentagrama circulado, formando um símbolo dos seus antigos parentes alquimistas. Seu parceiro era Arthur, que vestia mais do que ombreiras, mas uma armadura completa, uma armadura dourada e totalmente mecanizada, com visores que chegava aos seus olhos, e armas espalhadas por todos os buracos da armadura, um detalhe, possuía um símbolo em sua capa, um círculo com um triangulo dentro. Logo atrás vinha Swat, o Wal, um garoto com uma MG34 (do Alemão Maschinengewehr 34, em Português Metralhadora 34) amarrada às costas, vestido com sobretudo preto e um chapéu preto. Gabriel era um pouco mais armado, possuía três travas para pistola em sua perna e quatro linhas para granadas em suas costas, ainda segurava uma AK-47 na mão direita, usava, assim como Swat, um sobretudo acinzentado todo furado e rasgado, com sinal de batalhas e guerras.
- Eaíjáchegaramtodosoutáfaltandalguem? – Murmurrou Swat.
- OLHA A VÍRGULA SWAT! – todos disseram ao mesmo tempo
- Ah meu deus – u_ú – Todos... Já... Chegaram... Ou...
- Ele quer dizer se o Koboud está atrasado de novo. – interrompeu Gabriel
- O que você acha? – Murmurrou Kung apenas levantando a sobrancelha .
- Bom, eu acho melhor distribuir um copo de Mupy para todos enquanto esperamos. QUEM CONCORDA COMIGO? – disse Tooga levantando a mão para sua própria pergunta. A maioria levantou a mão, só Vini e Kung que permaneceram concentrados.
Depois de algum tempo de espera, apareceu correndo pela porta, carregado de pergaminhos ao braço, e duas espadas cruzando as costas, um menino com um grande sobretudo preto, e um dragão branco azul bordado por todo o tecido.
- Me desculpem o atraso, é que...
- OK, poupe-nos do assunto e vamos direto ao importante. Mas antes tenho que chamar alguém que interessa; - Todos se sentavam em um grande círculo onde três cadeiras se destacavam, à que estavam perante as bandeiras azul, vermelha e amarela. Vini apenas puxou o fone que estava em cima do braço de sua cadeira e disse: - Mande-o subir.
Pouco tempo depois apareceu um homem com armadura negra, com as mesmas características da de Arthur, estas com muitos chifres espalhados pelo joelho, ombro e o capacete, carregado nas mãos, era um homem alto, com cabelos longos. Uma capa acinzentada surgia das costas, com um triangulo circulado.
- Seja bem vindo, Haru. – Disse Vini, sorrindo.

[ continua ]

Capítulo 1 - Amigo

- Então foi você mesmo quem me saqueou o frasco desse líquido.
- É claro que eu peguei, você não sabe o quanto isso pode prejudicar seu próprio filho, nem ao menos sabe o que vai criar! – disse este com os olhos fixados no rosto do parceiro
- Como meu parceiro, você deveria saber que eu nunca faria nada que prejudicasse uma pessoa boa, muito menos meu filho!
- Mas, você criou isso sem a consulta de nenhum sábio, nem ao menos consultou aquele seu cientista, o mecânico.
- Ora! Sabes muito bem que a inteligência de minha família passa por cima de qualquer idéia proposta por aqueles que se opõem à mim!
- Está enganado, aqui não tem ninguém que está contra você, apenas queremos ajudar, eu mesmo não quero lhe fazer mal.
- Não diga isso! Eu quero ela de volta, ela não pode me deixar assim – as lágrimas começam a escorrer pelo pálido rosto pouco barbado do herói. -
- Ela te deixou um presente! Você tem que cuidar de seu filho!
- CHEGA DE CONVERSAS! Me devolva agora esse frasco, você sabe muito bem que eu sei como derrubar suas técnicas Kung! Sabes muito bem!
- Eu disse que não quero te machucar – disse este colocando a mão no braço e retirando um pano preto, este foi amarrado ao rosto, na altura dos olhos, lhe impossibilitando a visão. O frasco que carregava foi colocado no bolso. – se queres tanto isso, terá que vir buscar!
O homem então, avançou como uma fera, em direção aquele nomeado de Kung. Seus punhos se moviam como penas, distorcendo o rosto do companheiro. Aos poucos três ou quatro pessoas foram chegando ao ambiente, tentando separar a briga, mas a própria aura daquele que exprimia raiva espantava todos aqueles que tentavam se aproximar. Mas aconteceu o que ele não esperava, aquele que até agora não revidava, começou à bloquear seriamente os poderes do amigo.
- Você não está se controlando! – enquanto bloqueava, com os olhos vendados, disse.
- Mas você é mesmo um tolo – nesta hora toda a amizade que restava em seu sangue, desapareceu, foi como um sol que se apagou repentinamente, sem deixar rastros. Sacou então uma 12mm da cintura e apontou para aquele que estava caído no chão. – me devolva isso! – as lágrimas escorriam feito água corrente.
- Eu repito, enquanto eu estiver vivo, não passará por cima de mim para reviver a memória dela, e não interferirás no futuro daqueles que ainda estão por vir! – dizia Kung ao chão, com sangue escorrendo por sua cabeça e chegando a faixa que bloqueava sua visão. Nesse mesmo momento ele sacou o frasco de onde havia guardado. O seu amigo fez um movimento brusco, fazendo o frasco ir ao chão e a fumaça verde se espalhar muito rápido pelo ambiente. Kung já não estava mais no local. Apenas alguns poucos que ainda restaram da luta dos dois.
Seus olhos ardiam feito madeira em chamas, sua saliva se tornava quente, tão quente que seu corpo não agüentava mais e sua vontade era expelir toda a água que já esteve presente e que agora borbulhava por todo seu corpo.

[ continua ]

Início

Bom, aqui quem fala é o Vini, galera! :)
To aqui pra inaugurar o blog, e o nome do nosso Mangá/Anime/História.
o BLACK PEARL! (ou Pérola Negra, para os íntimos)

  1. Bom, continuamos com a rotina de lançar um Capítulo por semana. Daqui pra frente sem spoilers, prévias ou até capítulos adiantados, apesar da vontade ser grande, temos que prender o público.
  2. Sobre o projeto de desenhos, começaremos a investir nisso nesta semana mesmo, lançaremos um desenho aleatório por semana, provavelmente o primeiro desenho será lançado com o quarto capítulo
  3. Sobre a aparição de personagens. Apesar da vontade ser muita, não podemos abrir tanto espaço para muitos personagens, por isto, não se sintam excluídos por não terem aparecido nos primeiros capítulos, pois vocês podem aparecerem nos próximos.

    No mais, espero que estejam gostando da história, vou então postar aqui os capítulos já lançados: do 1-3. E a confirmação da ordem dos capítulos já escritos, portanto, abraços e fiquem atentos à qualquer pista no blog!

    • Capítulo 4: 28/02
    • Capítulo 5: 7/03
    • Capítulo 6: 14/03