Primeiro Personagem Revelado - Vini
(Espero que tenham gostado, agradecimentos da Equipe de Ilustração - Desenho by Gabrielle Chan)
(Espero que tenham gostado, agradecimentos da Equipe de Ilustração - Desenho by Gabrielle Chan)
Capítulo 4 - O Sonho
Um urso,ou um animal não identificado se aproximava, cada vez mais perto, cada vez mais sentia seu calor. O medo corria em suas veias, o medo que tanto alimentava por tantos anos e hoje precisava perder. O Urso levantou uma das patas, para atacar o jovem rapaz deferido ao chão. Porém, em um ato de tempo, o urso recebeu um impulso, se afastando do jovem, logo, ele correu, como se alguém tivesse lhe espantado. O próprio garoto queria agora descansar, com aquela chuva caindo em seu rosto, porém percebeu uma mão estendida um pouco à cima de sua cabeça.
- Vai desistir na parte mais fácil, garoto?
Ele agarrou a mão do homem, sentindo um grande prazer interno, um bem estar...
- B.B? J.BBBBB? Acorda! ACOOORDA! – j.B se assustou com a face de Tooga quase juntando os lábios as suas. Fora aquele momento romântico, J.B respondeu, estressado:
- Que é que foi, mugango? – ao mesmo tempo que seu interior pensava: ‘teria sido mesmo um sonho?’ Ele simplesmente lembrava daquela cena, como se ela realmente tivesse acontecido.
- Não, é que olha! – disse Tooga apontando para uma caixa. – LANÇARAM O MUPY DE CHOCOLATE!
Um silêncio tomou o ar, logo depois via-se apenas a imagem de j.B apertando o rosto de Tooga contra a parede.
- Ok, foi só uma brincadeira. – disse Tooga se recuperando do ataque do parceiro – é que agora mesmo eu recebi uma transmissão anônima de rádio, dizendo coisas do tipo ‘existem sobreviventes’ ou ‘ainda estamos vivos’.
- Precisamos levar isso para a central, agora mesmo, vou me arrumar, enquanto isso vai preparando o material, você sabe como o Fernandinho, da central de computação, gosta das coisas organizadas e frescas. – disse j.B muito atordoado com o sonho, aliás, não sabia nem mesmo se chamava de sonho, uma coisa tão real.
Depois de uma ou duras horas, j.B e Tooga chegavam ao estabelecimento. No mesmo prédio, uma sala completamente diferente do Hall de Reuniões, uma sala completamente escura iluminada somente pela luz das telas, teclas e gabinetes. Vini posicionava-se logo atrás de um pequeno rapaz, sentando a frente de um computador, usava óculos, e vestes azuis. Era este chamado de Fernandinho.
- Tooga já me comunicou sobre as mensagens – disse Vini apressando o assunto. - Que bom, trouxemos aqui a gravação, na qual Tooga... – disse j.B procurando o parceiro, que estava sentado em um dos computadores, escrevendo e repetindo a frase: ‘MUPY DE CHOCOLAAATE’ – ...bom, que o Tooga copiou. Aqui está. – entregou a Vini um HD móvel de médio porte.
- Ok – este virou para Fernandinho, sentado. – Eu preciso de uma cópia disso, e de uma regeneração de arquivo.
- Tudo bem, hoje mesmo coloco isto na sua mesa! – disse o pequeno homem sentado, com muita habilidade nas mãos, para digitar, nas suas vestes, um pequeno símbolo não reconhecido.
Os três, j.B, Tooga e Vini, saíram do salão de comunicações e se dirigiram à uma sala menor, a que parecia ser a sala principal do General, pois tinha um grande Leão moldado às paredes. Não tinham percebido que atrás, sentados á um sofá, já estavam Arthur e Snider.
- Bom, convoquei vocês aqui para uma missão, afinal, depois de dois dias de missões sem sucesso, precisamos que pelo menos alguma dê certo. Vocês vão para o Deserto do Saara, no qual buscarão duas substâncias: uma Flor de Lothos e uma amostra de água nascente. Os itens que acabei de citar estão detalhadamente aqui – apontou para dois pergaminhos, que passariam às mãos de j.B – vamos, vocês tem muito trabalho à fazer.
- Ok – respondeu Arthur, seguindo Snider, que não disse nada antes de sair do estabelecimento.
- General, qualquer coisa que descobrir sobre as gravações, por favor, nos contate – disse j.B, logo sendo afirmado que Tooga, que agora vestia uma camiseta escrito: ‘EU TOMO MUPY DE CHOCOLATE!’
- E que a resistência esteja com vocês, meus amigos! – sorriu o General, ao dispensar os dois. - Ei – começou a falar baixo – Olhem sempre por onde andam, e sintam sempre aqueles que os seguem - disse o General, com um instinto de estar prevendo algo.
j.B e Tooga saíram da sala. De uma porta atrás de Vini surgiu Kung, Vini não olhou, apenas continuou olhando para a mesma foto em cima da mesa.
- O que descobriu desta vez? – indagou Kung
- Nada concreto, precisamos das substâncias para tentar concluir o primeiro projeto.
- Sinto você um pouco melhor hoje.
- Bem, os dias em que as lembranças do meu pai permanecem em meu coração, são os dias que um sorriso permanece em meu rosto.
A conversa foi concluída apenas com um sorriso, da parte dos dois.
J.B, Tooga, Arthur e Snider, dirigiam-se então á base de transporte e comunicação da empresa, era a parte superior e mais alta de todo o prédio. Um lugar cheio de peças e veículos de vários tamanhos, com quatro, cinco ou até dez rodas, do mesmo porte, uma bandeira partia do teto, com o símbolo de uma engrenagem. Logo perceberam a presença de um Jovem de porte médio, com um sobretudo vermelho-acinzentado, com um óculos de piloto ao pescoço, e três cintos no peito. Um cinto inferior carregava várias ferramentas. Ao seu lado, uma menina um pouco mais baixa, com uma saia, segura por um cinto também cheio de ferramentas, uma blusa vermelha, com o mesmo símbolo de engrenagem, e o cabelo preso, podiam-se notar que a quantidade de ferramentas também se espalhavam pela bota. Estes dois vinham em direção das duas duplas que acabavam de chegar.
- O que vocês precisam hoje, galera? – perguntou o rapaz.
- Primeiramente, bom dia Bruno, bom dia Evelyn. Viemos em busca de dois veículos mais rápidos possíveis. De preferência de vôo.
- Bom, nós temos o Mupy-67 e o Mupy-64, são nossos últimos modelos de veículos voadores, até agora. – disse a menina sorrindo.
- Podem ser estes mesmo, são rápidos?
- Uma média1300 km/h , cada.
- Ok, vamos ficar com estes, muito obrigado Bruno, obrigado Evelyn, novamente, agora que começamos as missões vamos nos ver mais! – disse j.B sorrindo tranquilamente, seguido do sorriso de Tooga. Bruno guiou os quatro aos veículos, o Mupy-67, qual ficou com j.B e Tooga, era inteiramente camuflado e pontudo, com duas cabines com vidros fumes. O Mupy-64, qual restou aos outros dois, era inteiramente vermelho-dourado, com asas e uma cabine única. Partiram logo.
Pela velocidade dos veículos, chegaram rápido ao local.
- Bom, vamos nos separar aqui, vocês vão para o oeste e nós para o leste. – disse j.B com os olhos meio fechados pelo sol.
- Ok – a outra dupla apenas concordou, e seguiu para o lado oposto.
j.B e Tooga seguiram para o leste, enquanto conversavam:
- Você gosta do Mupy de Chocolate?
j.B iria perder seu tempo respondendo, enquanto um rastro de vento passou aos seus ouvidos.
- Não se mova Tooga. – disse ele ao amigo, muito concentrado. – não estamos sozinhos.
E agora, o que estava seguindo J.B. e Tooga? Será que os primeiros inimigos iriam aparecer ali? E os itens, seriam conqusitados? Veja isto no Capítulo 5 - Batalha Inesperada. Abraços e até semana que vem!
[ continua ]
Comentários dos autores:
Vini: Eu acho que esse é o capítulo que a galera mais vai ficar putsdavida no final :x (somos maus rs.)
- Vai desistir na parte mais fácil, garoto?
Ele agarrou a mão do homem, sentindo um grande prazer interno, um bem estar...
- B.B? J.BBBBB? Acorda! ACOOORDA! – j.B se assustou com a face de Tooga quase juntando os lábios as suas. Fora aquele momento romântico, J.B respondeu, estressado:
- Que é que foi, mugango? – ao mesmo tempo que seu interior pensava: ‘teria sido mesmo um sonho?’ Ele simplesmente lembrava daquela cena, como se ela realmente tivesse acontecido.
- Não, é que olha! – disse Tooga apontando para uma caixa. – LANÇARAM O MUPY DE CHOCOLATE!
Um silêncio tomou o ar, logo depois via-se apenas a imagem de j.B apertando o rosto de Tooga contra a parede.
- Ok, foi só uma brincadeira. – disse Tooga se recuperando do ataque do parceiro – é que agora mesmo eu recebi uma transmissão anônima de rádio, dizendo coisas do tipo ‘existem sobreviventes’ ou ‘ainda estamos vivos’.
- Precisamos levar isso para a central, agora mesmo, vou me arrumar, enquanto isso vai preparando o material, você sabe como o Fernandinho, da central de computação, gosta das coisas organizadas e frescas. – disse j.B muito atordoado com o sonho, aliás, não sabia nem mesmo se chamava de sonho, uma coisa tão real.
Depois de uma ou duras horas, j.B e Tooga chegavam ao estabelecimento. No mesmo prédio, uma sala completamente diferente do Hall de Reuniões, uma sala completamente escura iluminada somente pela luz das telas, teclas e gabinetes. Vini posicionava-se logo atrás de um pequeno rapaz, sentando a frente de um computador, usava óculos, e vestes azuis. Era este chamado de Fernandinho.
- Tooga já me comunicou sobre as mensagens – disse Vini apressando o assunto. - Que bom, trouxemos aqui a gravação, na qual Tooga... – disse j.B procurando o parceiro, que estava sentado em um dos computadores, escrevendo e repetindo a frase: ‘MUPY DE CHOCOLAAATE’ – ...bom, que o Tooga copiou. Aqui está. – entregou a Vini um HD móvel de médio porte.
- Ok – este virou para Fernandinho, sentado. – Eu preciso de uma cópia disso, e de uma regeneração de arquivo.
- Tudo bem, hoje mesmo coloco isto na sua mesa! – disse o pequeno homem sentado, com muita habilidade nas mãos, para digitar, nas suas vestes, um pequeno símbolo não reconhecido.
Os três, j.B, Tooga e Vini, saíram do salão de comunicações e se dirigiram à uma sala menor, a que parecia ser a sala principal do General, pois tinha um grande Leão moldado às paredes. Não tinham percebido que atrás, sentados á um sofá, já estavam Arthur e Snider.
- Bom, convoquei vocês aqui para uma missão, afinal, depois de dois dias de missões sem sucesso, precisamos que pelo menos alguma dê certo. Vocês vão para o Deserto do Saara, no qual buscarão duas substâncias: uma Flor de Lothos e uma amostra de água nascente. Os itens que acabei de citar estão detalhadamente aqui – apontou para dois pergaminhos, que passariam às mãos de j.B – vamos, vocês tem muito trabalho à fazer.
- Ok – respondeu Arthur, seguindo Snider, que não disse nada antes de sair do estabelecimento.
- General, qualquer coisa que descobrir sobre as gravações, por favor, nos contate – disse j.B, logo sendo afirmado que Tooga, que agora vestia uma camiseta escrito: ‘EU TOMO MUPY DE CHOCOLATE!’
- E que a resistência esteja com vocês, meus amigos! – sorriu o General, ao dispensar os dois. - Ei – começou a falar baixo – Olhem sempre por onde andam, e sintam sempre aqueles que os seguem - disse o General, com um instinto de estar prevendo algo.
j.B e Tooga saíram da sala. De uma porta atrás de Vini surgiu Kung, Vini não olhou, apenas continuou olhando para a mesma foto em cima da mesa.
- O que descobriu desta vez? – indagou Kung
- Nada concreto, precisamos das substâncias para tentar concluir o primeiro projeto.
- Sinto você um pouco melhor hoje.
- Bem, os dias em que as lembranças do meu pai permanecem em meu coração, são os dias que um sorriso permanece em meu rosto.
A conversa foi concluída apenas com um sorriso, da parte dos dois.
J.B, Tooga, Arthur e Snider, dirigiam-se então á base de transporte e comunicação da empresa, era a parte superior e mais alta de todo o prédio. Um lugar cheio de peças e veículos de vários tamanhos, com quatro, cinco ou até dez rodas, do mesmo porte, uma bandeira partia do teto, com o símbolo de uma engrenagem. Logo perceberam a presença de um Jovem de porte médio, com um sobretudo vermelho-acinzentado, com um óculos de piloto ao pescoço, e três cintos no peito. Um cinto inferior carregava várias ferramentas. Ao seu lado, uma menina um pouco mais baixa, com uma saia, segura por um cinto também cheio de ferramentas, uma blusa vermelha, com o mesmo símbolo de engrenagem, e o cabelo preso, podiam-se notar que a quantidade de ferramentas também se espalhavam pela bota. Estes dois vinham em direção das duas duplas que acabavam de chegar.
- O que vocês precisam hoje, galera? – perguntou o rapaz.
- Primeiramente, bom dia Bruno, bom dia Evelyn. Viemos em busca de dois veículos mais rápidos possíveis. De preferência de vôo.
- Bom, nós temos o Mupy-67 e o Mupy-64, são nossos últimos modelos de veículos voadores, até agora. – disse a menina sorrindo.
- Podem ser estes mesmo, são rápidos?
- Uma média
- Ok, vamos ficar com estes, muito obrigado Bruno, obrigado Evelyn, novamente, agora que começamos as missões vamos nos ver mais! – disse j.B sorrindo tranquilamente, seguido do sorriso de Tooga. Bruno guiou os quatro aos veículos, o Mupy-67, qual ficou com j.B e Tooga, era inteiramente camuflado e pontudo, com duas cabines com vidros fumes. O Mupy-64, qual restou aos outros dois, era inteiramente vermelho-dourado, com asas e uma cabine única. Partiram logo.
Pela velocidade dos veículos, chegaram rápido ao local.
- Bom, vamos nos separar aqui, vocês vão para o oeste e nós para o leste. – disse j.B com os olhos meio fechados pelo sol.
- Ok – a outra dupla apenas concordou, e seguiu para o lado oposto.
j.B e Tooga seguiram para o leste, enquanto conversavam:
- Você gosta do Mupy de Chocolate?
j.B iria perder seu tempo respondendo, enquanto um rastro de vento passou aos seus ouvidos.
- Não se mova Tooga. – disse ele ao amigo, muito concentrado. – não estamos sozinhos.
E agora, o que estava seguindo J.B. e Tooga? Será que os primeiros inimigos iriam aparecer ali? E os itens, seriam conqusitados? Veja isto no Capítulo 5 - Batalha Inesperada. Abraços e até semana que vem!
[ continua ]
Comentários dos autores:
Vini: Eu acho que esse é o capítulo que a galera mais vai ficar putsdavida no final :x (somos maus rs.)
ADOREIIIIIIIIIIIIIII
ResponderExcluirpqp... muitooo fodaaaaaaa... aahhh to curioso pra saber o q acontece no capitulo 5 T_T.. e o desenho ta muito bom, parabens chan ^^
ResponderExcluir:x
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