domingo, 3 de maio de 2009

Capítulo 12 - Dor de Cabeça

Desculpando o atraso, trago um capítulo fodesco :)

Vini estava sentado em sua mesa, olhando para todos os projetos espalhados por lá. Várias imagens sobre uma esfera negra, ou uma fórmula química. Ele colocava a mão na cabeça como se estivesse cansado, porém aquilo não era canseira, ele já havia sentido isto. Começou à ficar fraco e caiu da cadeira, como se sua cabeça fosse estourar ali mesmo. Um vulto apareceu à sua frente, e começou à falar calmamente, enquanto ele se levantava com muito esforço.
- Não tivemos tempo aquela hora perto da cachoeira, mas agora acho que temos todo tempo possível. – disse a mulher, enquanto tirava o capuz, revelando uma menina de cabelo castanho até o pescoço, com óculos, e o mesmo sorriso cínico.
- Quem é você? – indagou Vini.
A mulher sacou três facas grandes do bolso e jogou em Vini, que ficou suspendido à parede, preso em três pontos, no centro do peito e nos dois braços, ele fazia caras de uma dor insuportável.
- Isso não vem ao caso agora, nem meu nome nem de onde eu vim. Porém, não posso deixar passar uma coisa que todos percebem, você é realmente parecido com seu pai! – disse ela, ele iria abrir a boca para perguntar, e ela colocou o dedo por cima, votando silêncio – não se esforce agora. Seu papai mandou um recado, disse que se continuar atrapalhando os planos dele, a única alternativa vai ser destruir você e seus seguidores. Mas, para adiantar o serviço eu já fiz isto, você vai sangrar até ficar frio e não conseguir mais respirar. – Vini tentava falar, mas sua boca não abria, e seus movimentos eram limitados pela dor. – Relaxe agora, relaxe e durma.
A Mulher passou a mão nos olhos dele, que caiu no sono estântaneamente.
- Agora eu vou, contar para o meu mestre a sua maior satisfação – abriu um grande sorriso e desapareceu.

[ 3 Horas Antes ]


A luta era bem travada, Mariel não perdoava nos socos fortes e destruidores, enquanto Chan já estava cansando de tanto desviar, não sabia por quanto mais tempo iria agüentar, já que agora ali, naquele universo paralelo que Kung tinha criado, eram só as duas. Realmente só as duas, olhava-se para o lado e via-se apenas um horizonte avermelhado, e algumas pedras para elas se manterem em pé, olhavam para baixo, um grande poço de lava as cercava.
Dentro de toda aquela distração, reconhecendo o local, Mariel deu um soco certeiro em Chan, ela foi parar ao chão, segurando o braço como se uma força de vinte búfalos à tivessem acertado.
- Isso aqui ta apenas começando, menininha. – disse Mari, enquanto olhava a garota ao chão.
- Do que você me chamou? Menininha? – Chan levantou com a mão no braço ainda, porém com um rosto enfurecido. – Vamos ver quem é a Menininha aqui. – Sacou duas pistolas da cinta e as colocou ao chão. Se ajoelhou e colocou as mãos sobre elas, como se fosse dar início à algum ritual, fechou os olhos. - Für alle diejenigen, die sich für all jene, die starben. Nur, um eine Leistung, die Führung in ihrer Nachkommen. Rufen Sie den Geist dieser mutige Krieger, und Dämonen, die gefangen malignus werden. Gib mir Kraft! Jetzt! – Em volta da menina, começou à se formar um círculo branco, cada vez maior. A luz refletida fazia com que Mariel tivesse que tampar os olhos. De repente, toda essa luz sumiu. E para o susto da menina, Chan se posicionava segurando em uma mão, uma metralhadora branca, com vários engates para apoio, e na outra, uma espada longa, também branca.
- O QUE É ISSO GAROTA?! E PARECE QUE VOCÊ ESTÁ TOTALMENTE CURADA! – gritou Mariel.
- Bom, minha família cresceu por meios de magia branca. Na primeira guerra de Villsburg (acalmem-se, capítulos 15 e 16 explicarão isto), todas as armas foram abençoadas pelo espírito dos antigos guerreiros, e como eu sou a única descendente, o poder de todos os espíritos vieram para mim, porém este é meu último poder, se eu não te derrotar agora, não tenho mais chances. – antes que pudesse suspirar, Mariel já estava correndo contra Chan para atacá-la.
Mas agora, fora o peso das armas que a menina carregava, seus movimentos estavam muito mais leves, e todo passo que dava, era marcado por um manto branco, muito parecido com rastro de espíritos à protegendo. Chan resolveu desferir um golpe de espada contra Mariel. O ataque foi certeiro, o braço de Mariel agora sangrava muito.
O sangue escorria, e Chan observava alguns pequenos pontos verdes nisto, Mariel agachou no chão e começou a respirar muito rápido. Toda aquela aura negra que cercava Mariel, caracterizando o Búfalo, desaparecia aos poucos.
- Me ajude, não consigo me control... - Mariel caída ao chão tentava se levantar, mas parecia que algo à puxava para baixo. – Me ajude!
- O que está acontecendo. – Chan fechou os olhos, colocou a mão diante o rosto e disse – KATSU! – tanto as armas brancas, como o universo paralelo sumira, e agora, voltavam para a laje destruída do prédio. Agora, só sobrava Kung ali, que estava sentado em posição de meditação, como se estivesse segurando o universo onde as duas lutavam.
Chan correu em direção à ele, com Mariel pendurada em seu pescoço. Kung despertou e parecia já estar por dentro do assunto, como se estivesse no local da batalha.
- Temos que levar ela pra companhia o mais rápido possível, minha teoria sobre o vírus era verdadeira! – disse Kung para Chan – apresse-se, já levamos todos os sobreviventes deste local para lá à mais de 2 horas, vamos, uma nave nos espera lá em baixo. – Os três desceram, em direção à nave, deixando a cidade completamente abandonada, dirigindo-se à companhia.

[ continua ]

3 comentários:

  1. Final muito loko pra luta...bem randomico!

    Kung Fodão! te AMO!

    Chan bem poderosa,mariel tava dopada?
    Esse vírus eh o da gripe A?

    ISSUU AEAE!!!

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  2. ehuehuehuehueuehuehueh

    muito foda ;D

    lao é mal Ò_Ó

    e a chan é foda

    vamo la galera... vamo comenta aki

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  3. "Para todos aqueles que são para todos aqueles que morreram. Apenas para uma performance, liderança em sua prole. Chame o espírito destes bravos guerreiros, que são capturados e demônios malignus. Dá-me força! Agora!" violentooo!!!

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